Acompanhando a implantação da gestão por processo em inúmeras empresas nos últimos anos, vemos a importância cada vez maior do alinhamento desta gestão por processos com a estratégia definida para a organização. E, mais ainda, que estes processos auxiliem na execução efetiva destas estratégicas. Ao mesmo tempo, é grande a preocupação em se garantir uma execução eficiente e eficaz das estratégias, isto é, garantir que esta saia efetivamente da esfera do planejamento e se transforme em ações realizadas e resultados de negócio alcançados.
Com esta preocupação, nós da ProcessMind, reunimos todas as experiências passadas em projetos de estratégia e/ou processos e consolidamos em um conjunto de atividades, cujo finalidade é garantir que uma empresa possa planejar e executar de forma efetiva tanto o planejamento estratégico como também as inovações e melhorias dos processos de negócio, de forma complementar.
Denominamos este conjunto de atividades como Framework para Execução Ágil da Estratégia e Processos, fundamentado em cinco disciplinas de trabalho, executadas de forma sequencial para cada ciclo anual de trabalho.

Para cada uma destas disciplinas, existem processos que devem ser executados de forma disciplinada para gerar os resultados que toda empresa espera, isto é, que as ações saiam do papel e a estratégia seja implementada, alcançando consequentemente as metas definidas.
A primeira atividade, de definição da Arquitetura da Execução, tem como foco a definição do modelo de processos e das iniciativas estratégicas para o ano, bem como a priorização dos ciclos de revisão dos processos e/ou implantação das iniciativas estratégicas.
Como os recursos financeiros e humanos são limitados em qualquer negócio, o primeiro passo deve ser planejar a implantação das iniciativas estratégicas ao longo do ano, estabelecendo ciclos de execução factíveis. Algumas premissas importantes nesta etapa são:
• Estabelecer ciclos de execução trimestrais ou quadrimestrais de execução. Caso uma iniciativa seja de maior complexidade, divida a mesma em etapas para conclusão nos ciclos trimestrais. Por exemplo, o lançamento de um novo produto pode ser dividido em quatro fases: desenvolver o produto, desenvolver plano de lançamento, preparar produção e lançar produto.
• Definir critérios para a priorização das iniciativas, como complexidade de execução, investimento necessário e resultados esperados;
• Procurar equilibrar as iniciativas com as pessoas da empresa, de maneira a não sobrecarregar alguma equipe nos ciclos de execução.
Tendo planejado as iniciativas estratégicas, o segundo passo é olhar para todos os processos da empresa e definir quais processos deverão ser mapeados ou revisados. Como não é possível analisar todos os processos ao longo de um ano, é preciso priorizar os mais críticos, que ajudarão a executar as estratégias planejadas. Da mesma forma, sugerimos definir ciclos trimestrais de mapeamento dos processos, com base nas mesmas premissas usadas no planejamento das ações estratégicas.
Importante que todo este processo de priorização seja feito com o máximo possível de envolvimento dos gestores da empresa, que na prática são as pessoas responsáveis pela implantação. Da mesma forma, a alta direção deve participar ativamente do processo, homologando o que denominamos como a Arquitetura de Execução da Estratégia e Processos.
Uma vez homologada a arquitetura para o ano. é um fator crítico para o sucesso da execução que não sejam feitas alterações na mesma a todo momento, incluindo ou retirando novas iniciativas para implantação ou processos para análise. Se necessário, novas ideias devem ser registradas e, ao final de um ciclo de execução, as mesmas devem ser analisadas e incluídas ou não no próximo ciclo que irá iniciar.

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